O desbravar da língua pra fora,
o que em mim implode,
sai, sem demora.
Em verso
Em verso
Em prosa
Em conversas adversas
de dedos e olhares
que às vezes não se cruzam,
nem se tocam,
mas são transmitidos,
transmutados,
sentidos.
Ouvidos em um mar que me abraça
Do cheiro sublime resgatado da memória
Vasta
De onde vem?
Pra onde vai?
Se soubesse não faria sentido
É trânsito
É diálogo
Sinestesia.

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