terça-feira, 24 de novembro de 2015

Reencontro

Do simples cotidiano desvelado
Dispensando fórmulas, amarras, previsões e proscrição.
Que quero mais do que apresentado?
Alimentar as ilusões ego?
Te fazer moldura em meu quarto?
Me despossuir do que é sentido?
Não, nada disso.
O amor se faz ao vento
É paz
É querer bem
É estado de presença
É alento
É entendimento que dispensa palavra
Que vem dos olhos, que vem de dentro

De outras vidas, quem sabe...

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