O não lugar perfeito
O que nunca mais houve nem haverá
O Menino
A Moça
O Moço
A Moça e o Moço
...Se olhavam...
Mas a Moça estava divagar. Mas o Moço estava ansioso.
Mas era preciso esperar... Esperar até a hora da morte; da “nossa morte”; pra saber se o amor é certo, pra saber se é capaz de esquecer e mesmo assim, depois sem saber, sem querer, continuar gostando.
O choro contínuo divide os dois caminhos pra saber se o amor existe e se não deixará de existir, mas Nenhum, Nenhuma, ninguém saberá, nem mesmo o menino na sua triste angústia de ter que voltar pra casa.
“A gente deve esperar o terceiro pensamento...”
Garota, não conheço o conto e saí procurando igual um louco para lê-lo apenas por conta da sua postagem.
ResponderExcluirMaravilhoso, confuso, viceral seu texto! Muito bom!!