Na correria embaraçada entre passos
a drenar linhas de passagens
pra me salvaguardar
Eis que aparece um ser do meu lado
e em um abraço embalado me disse:
“Oxe, tua sina é amar”
E eu que não pude me desfazer do laço
amortecida em dor fina de
um desprendimento do questionar:
“será? Tô ainda...”
Antes que pudesse ver já era dia
E dou pra minar qualquer desculpa de despreparo
E meu ato nina o sono que desfaz
o corte e o sol brilha, metabolizando
tudo que sou em essência:
Pura felicidade
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